André Dea

Nasci em Curitiba, PR, em 1986 e comecei a tocar bateria no ano 2000. Lembro até hoje que minha primeira aula foi no dia 20 de setembro, exatamente no “Dia do Baterista”.

Desde então, passei por alguns grupos na minha cidade natal até me juntar ao Sugar Kane, em 2007. Com eles, gravei três discos, dois EPs e um DVD ao vivo.

De 2011 a 2016, integrei a banda Vespas Mandarinas, com a qual gravei um EP, um compacto, um DVD e o disco Animal Nacional, lançado pela gravadora Deck Disc, que foi indicado ao Grammy Latino na categoria “Melhor álbum de rock brasileiro”, em 2014.

Fui entrevistado por duas vezes pela edição brasileira da revista de bateria Modern Drummer, a maior do gênero no mundo, em 2008 e 2014.

Desde março de 2019, integro a banda Supercombo, além de me dedicar aos projetos Violet Soda e Sugar Kane. Também sou um dos sócios do Estúdio Costella, em São Paulo.

Meu prato

Sou endorsee Orion Cymbals desde 2008 e com esses pratos encontrei o que precisava para desenvolver minha própria linguagem musical. Meu setup na estrada é composto por 1x X10 Crash, de 18″, 1x SOLO 20 Ride, de 20″, 1x BEX Brilliant Ride, de 20″ (usado como crash) 1x REVOLUTION 10 China, de 18″ e 1x SOLO 20 Hi-Hat, de 14″. Sempre gostei de pratos grandes, principalmente por causa de seu sustain e peso, por isso escolhi utilizar o ride BEX Brilliant como um crash. É um modelo extremamente versátil que atende de forma impecável minhas necessidades nos palcos e em estúdio.

Setup Orion

Hi-hat, de 14” – Solo 20
Ride Attack 19” – MS
Ride 20” – Solo 20
Control Ride  20” – MS