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ANDRÉ DEA

Baterista das bandas Supercombo, Violet Soda e Sugar Kane.
Nasci em Curitiba, em 1986, e iniciei meus estudos de bateria aos 14 anos. Minhas primeiras bandas foram formadas com amigos do colégio e foi nessa época que comecei a fazer meus primeiros shows pela cidade.
Desde então, passei por alguns grupos na capital até que, em 2007, recebi um convite para tocar no Sugar Kane. Naquele mesmo ano, nos mudamos para São Paulo para nos dedicarmos apenas à música. Com eles, gravei três discos, dois EPs, um DVD ao vivo e sigo na banda até hoje.
De 2011 a 2016, integrei a banda Vespas Mandarinas. Nosso disco Animal Nacional, lançado pela gravadora Deck Disc, em 2013, foi indicado ao Grammy Latino na categoria “Melhor álbum de rock brasileiro”. Os singles “Não Sei o Que Fazer Comigo” e “Cobra de Vidro”, atingiram a primeira posição na rádio 89FM e Disk MTV, respectivamente, num período muito importante da minha carreira.
Após deixar as Vespas Mandarinas, me dediquei a tocar e gravar com diversos artistas. Foi uma época bastante divertida e produtiva pra mim e foi quando conheci os integrantes da Supercombo. Nesse mesmo período, formei com amigos o Violet Soda e lançamos nossos primeiros trabalhos.
Em março de 2019, fui convidado a integrar oficialmente a Supercombo, com a qual já fazia shows desde 2017. Em novembro, gravamos o primeiro DVD ao vivo da banda, na Audio Club, em São Paulo. No mesmo mês, o Violet Soda lançou seu primeiro disco.
Em meio a tudo isso, além dos projetos musicais, sou um dos sócios do Costella – um estúdio de garagem na Zona Oeste da capital paulista – e ministro aulas no IBVF, Instituto de Bateria Vera Figueiredo.

MEU PRATO

Sempre gostei de pratos grandes e de espessura mais fina, principalmente por causa do sustain e abertura rápida que eles proporcionam. Pra essa finalidade, a série MS caiu como uma luva pra mim. Também gosto muito de rides que abram bem e que possam ser utilizados como crashes em determinados momentos, sem perder a definição de ponta de baqueta quando tocados no corpo e na cúpula. Por esse motivo, escolhi o Ride Solo 20. Um prato extremamente versátil para todas as situações, seja nos palcos ou em estúdio. 

MEU SETUP

Solo 20 Hi-hat, 14”
Solo 20 Ride, 20”
MS Ride Attack, 19”
MS Control Ride, 20”
Rage 10 China, 18” + MS China Crash, 14” (stack)

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