Confira a entrevista com Ariadne Souza

Confira a entrevista com Ariadne Souza

Conheça um pouco sobre a trajetória e história da integrante das Hi Hat Girls e saiba como ela integrou o projeto

Baterista de carreira experiente e consolidada, Ariadne é a entrevistada da vez do projeto parceiro da Orion Cymbals, as Hi Hat Girls.

Perfil e participações importantes

Nascida em Brasília-DF, Ariadne é uma baterista com características de batidas incessantes e rápidas que começou sua relação com a bateria em 2002, quando começou a tocar o instrumento. A partir daí então, a baterista adentrou para valer na prática do instrumento de percussão, e construiu uma carreira enriquecedora e notória cheia de participações importantes, porém, vale um destaque para a presença da baterista na banda “Valhala”.

Nascida na década de 80, o trio de death metal que tem caraterísticas de um rock incessante e pesado, contou com a participação da Ariadne durante 15 anos. Com um status notório nacional e internacionalmente, a banda metaleira tem diversos álbuns, EP`s, CD´s e até DVD de sucesso em sua história. Além disso, já marcou presença em diversos eventos musicais, como “Território Metálico”, um dos principais eventos de Brasília que reúne as principais bandas da cidade que tem destaque regional e nacional.

Confira a entrevista completa

  1. Conta para a gente, quando você começou a tocar bateria?

 

R: Comecei a tocar bateria no ano de 2002.

 

  1. Quem são suas inspirações na batera?

 

R: São vários, mas destaco Dave Lombardo e Gene Hoglan.

 

  1. Quando você entrou no Hi Hat? E como foi?

 

R: A Julie entrou em contato comigo pela internet, pois acompanhava as minhas atividades na banda Valhalla, aproximadamente no ano de 2013. A partir daí, ministrei as oficinas que aconteceram em Brasília.

 

  1. Como você se sente após cada Oficina ministrada?

 

R: A oficina é uma experiência muito interessante não só para quem participa, mas principalmente para quem a ministra. Presenciar a primeira interação das meninas com a bateria é algo incrível, porque somos responsáveis por apresentar o instrumento que poderá fazer parte da vida delas para sempre, seja como forma de desenvolver uma habilidade artística em suas realizações pessoais, seja para fins profissionais. Além disso, o encontro em um grupo composto apenas por mulheres propicia um ambiente em que todas se sentem à vontade para agir e reagir durante essa troca de informações, havendo uma cumplicidade que é natural do universo feminino. Por isso, ter a oportunidade de fazer parte desse momento tão especial é extremamente gratificante, pois passamos a fazer parte da história da vida dessas futuras bateristas.

 

  1. Você tem uma banda? Se sim, conta para a gente um pouquinho sobre ela!

 

R: No momento não estou tocando em banda. Fui baterista e vocalista da Valhalla, banda de death metal, no período de 2004 a 2019.