Com tantos sons, técnicas e estilos, é comum que alguns equívocos acabem se espalhando entre os bateristas, especialmente aqueles que estão começando a montar seu set.
Para te ajudar a entender melhor o instrumento e fazer escolhas mais conscientes, separamos alguns dos mitos e verdades mais comuns sobre pratos de bateria. Confira!
Mito 1: Os pratos de bateria mais caros são sempre a melhor opção
Muitos acreditam que preço define qualidade, mas isso nem sempre é verdade.
O mais importante é entender qual som você busca e qual o seu nível de experiência. Para quem está começando, por exemplo, a série Twister, da Orion, pode ser ideal, já que é uma opção de melhor custo-benefício.
Já músicos que buscam sons mais diversificados podem preferir a série Bex ou a X10, por exemplo.
Mito 2: Não é necessário usar bag para transportar os pratos
Esse é um erro comum e que pode sair caro.
Os pratos de bateria são instrumentos delicados, e o transporte sem a proteção adequada pode gerar atritos, amassados e até rachaduras que comprometem a sonoridade.
A verdade é que usar uma bag de boa qualidade é essencial para garantir a durabilidade dos pratos, especialmente se você toca com frequência fora de casa ou do estúdio.
Mito 3: O tamanho do prato não afeta o som
O tamanho do prato faz toda a diferença!
O diâmetro e a espessura dos pratos de bateria influenciam diretamente no volume e resposta sonora.
Por isso, ao montar seu set, é fundamental pensar nas características de cada prato e como eles se complementam.
Na Orion, acreditamos que cada prato conta uma história, e quando bem cuidado e escolhido com atenção, ele se torna uma extensão da sua expressão musical. Por isso, explore, experimente e descubra o som que combina com você!
