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PAULINHO SORRISO

Paulinho Sorriso teve seu primeiro contato com a bateria aos 16 anos. Sua facilidade com instrumentos de percussão nascera de contatos anteriores com rodas de samba ainda em família. Em 1986 passou a fazer parte da Banda Centro da Terra (Hard-Rock) e depois juntou-se o Grupo Sentinela (M.P.B), que mais tarde deu origem à Banda Numa e a uma série de pequenos trabalhos com Jorge Cordeiro no Studio 188 Bar, o time de apoio da banda 3×0 no Caipiródromo em Embu, grande São Paulo.
Após alguns meses trabalhando junto ao ambiente Sertanejo, surgiu o convite para integrar a banda de apoio da cantora Jamaicana Gabrielle Harban (Reggae) foram aproximadamente 5 anos dividindo experiências com o trabalhos no Café Paris Bar, como: Rosa Morena (Axé), Marcio Boesen (MPB), CIA Coro & Corpo (Reggae), Max Fairbanks (MPB) entre outros.
A experiência com Gabrielle Harban rendeu-lhe a oportunidade de morar e tocar pela Jamaica em 1994: Mutual Jazz Basement em Kingston, Ian Cameron Trio/Far in Band , Angel, Karen Smith, JCLodge, Tyrone Downie (Tecladista de Bob Marley), Glenn Brownie (baixista de Ziggy Marley), Maurice Gordon (guitarrista de Jimmy Cilff), Peter Ashborne e Stella Louis
Em 96 quando retornou ao Brasil: Gabrielle Harban, Banda Kaliman, David Hubbard, Caribbean Steel Pan All Stars, Ubaldo Waru, Kerecê Axé Band, Saliva de Cobra e em casas como Charles Edward, Miller & Goddard.
No final da mesma década (1990) teve oportunidade de trabalhar com Ravel(Dom e Ravel), Good Times, Billie Soul Band, Nasi eos Irmãos do Blues, Kathie Mckee (ex-backing vocal de
Ray Charles), Junior Marvin (ex-guitarrista de Bob Marely), SECT, Calibre 12 (Blues) e em idos de 1999 uniu-se a banda de Sergio Duarte & Entidade Joe.
No início dos anos 2000: Luis Marcondes, cantor e compositor paulistano e que serviu de ponte para o trabalho com Ully Costa originando em 2003 a Banda Sandália de Prata (com indicação ao Prêmio Vale da Música Brasileira em 2010 como melhor Disco de Samba) rendendo shows com participações especiais de Elza Soares, Jair Rodrigues, Nereu (Trio Mocotó), Marku Ribas, Jair Oliveira,Clube do Balanço, Luis Vagner, Rappin Hood, Emicida, Ellen Oléria, Bebeto entre outros.
Ainda em 2010 passou a integrar a banda de Chicago Blues de Giba Byblo’s a grande aceitação do projeto gerou a oportunidade de trazer ao Brasil o icônico Jimmy Johnson, em duas oportunidades (2013/2014), Shirley King (2012/2013/2014), Jon Mcdonalds (2013), Toronzo Cannon (2014), gerando o atual CD Tomorrow(2015), em fase de lançamento. No mesmo período participou no processo de gravação do disco de Fe Coimbra e também integra a banda NOAUGE.
Atualmente pode ser encontrado tocando no projeto Encontro de Compositores, capitaneado por Gunnar Vargas e Paula da Paz, Giba Byblos Blues Band e também com Baby Labarba & Cúmplices.

MEU PRATO

Continuo muito fã dos MS! Desde sua versão mais antiga (Mainstream) essa linha evoluiu de uma forma muito interessante, foi agregando não só a impressão dos artistas que o utilizam mas também a impressão de quem trabalhava diretamente na produção.

MEU SETUP

Hi-hat 13″ – Celebrity Vinte;
Control Crash 17″ – MS;
Ride 20″ MS ou Ride BEX de mesma medida (o segundo no Blues);
Percussion Hat 12″ MS (remoto)
Ride Attack 19″ como segundo crash;
China Crash 16″ ou o Série Limitada Celebrity Vinte (dependendo da estrutura de palco).
Em vários momentos poderei ser visto usando uns protótipos de uma proposta para o Ride Attack 19″ MS ou ainda as variações em 17″ e 18″ dos crashes da mesma leva.

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