(Português) Bateristas brasileiros: Bateras inspiracionais para 2019 | PARTE I

02/01/2019

Bateristas brasileiros: Bateras inspiracionais para 2019

E aí bateras, tudo bem? Hoje viemos mostrar para vocês uma seleção de bateristas brasileiros que podem ser a sua inspiração para 2019. Nosso país está cheio de talentos e é essencial conhecer os melhores bateristas do Brasil com a Orion Cymbals. Nós realizamos entrevistas com nossos endorsees e você pode conferir tudo a seguir:

Daniel Barbosa:
1.Como selecionou os pratos para montar este set?
Sempre gostei de prato que espalhasse o som, que fosse duradouro, então eu fui buscando conhecer as séries que mais se aproximam da minha característica pra escolher o timbre que considero a minha cara

2.Quais características sonoras te atraíram para escolhe-los?
Volume, brilho, e um som que durasse mais tempo

3.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
Atingir uma pegada que tenha pressão e que não me faça perder rendimento durante todo o treino

4.O que você mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
A pegada, o som que ele tira do instrumento, o que está usando pra chegar naquele som, como se comporta tocando

5. Em que momento você se sentiu mais realizado??
Eu acho meio difícil essa pergunta pois diversas vezes me sinto realizado quando atinjo algum objetivo. Me realizo profissionalmente de forma constante quando consigo dar mais um passo na minha carreira 6.Qual prato do seu set up voc considera “inseparável”??? Crash de 17 polegadas da x10

7. Vc prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
Prefiro o básico

8.Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
Depende, eu acho que isso vai de pessoa pra pessoa

Bruno Felipe

1.Como selecionou os pratos para montar este set? Quais características sonoras te atraíram para escolhe-los?
1 ao logo desses 13 anos com a Orion usei muitas séries mas quando lançaram a MS foi os que mais me indefiquei pela sonoridade e versatilidade dessa série.

2.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
na prática eu prioriso a técnica mas sempre pra tocar a favor da música, com sentimento, aí vc consegue passar isso pras pessoas, sempre falo isso pras pessoas que me perguntam

3.O que vc mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
o que mais observo num batera é o bom e o belo Groove isso me fascina.

4.Em que momento vc se sentiu mais realizado??
momento que me senti mais relizado axo que já tive varios nesses 23 anos de estrada mas o que mais me marcou foi ser o 1 batera a ter uma parceria de pratos da marca Orioncymbals da minha região isso pra mim foi a realização de um sonho não só pra mim mas pra qualquer batera.

5.Qual prato do seu set up vc considera “inseparável”???
prato que considero inseparável uso um stack crash 17 na parte de baixo é um China 16 na parte de cima de ums 3 anos pra cá e não monto meu setup sem ele uso pra tudo!!!

6.Vc prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
setup sempre uso o básico -tambores bumbo caixa 1 tom é 1 surdo, já nos pratos são no minimo 5 dois crashs 16,17 splash 10, stack 16/17, hi hat mas depende de cada trabalho já sou SideMan

7.Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
preparo acadêmico sou suspeito em falar até porque sou autodidata mas nesses 23 anos de estrada nunca me atrapalhou não, já fiz gravações e shows em que todos estavam lendo partitura e eu não forte abraçao e fiquem com Deus!!!!

Adriano Sousa

1-Selecionei os pratos para de acordo com o repertório e espaço de palco. Se for música mais leve com menos ataques o set fica menor assim como para o espaço físico. E segui a dica do Café quanto ao uso do Rack. Senti um conforto maior. As características sonoras me agradam o prato não ter um timbre estridente. Tipo o som se espalhando e matando a melodia de uma canção ou atropelando o campo vocal. O prato com controle tipo os revolution 10 me agradam neste sentido.

3- No estudo procuro o controle de Groove com metrônomo, divisões rítmicas e os rudimentos a base de tudo tanto mãos e pés. E ouvir muita música. Sem excessão.

4- O que mais observo em um outro baterista é o Groove e o feeling a pegada. E seu som pra música não pra músico.

5- Se sentir realizado é poder estar vivendo do que gosta. Sempre que tocar é uma realização,mesmo um show Ruin valerá na frente pra ser realizado com acertos no próximo. Errar faz parte desse mundo musical.

6-O prato inseperável do meu set é o crash-ride X10 17″

7- Gosto de ter kits de acordo com o trabalho a ser executado. Não prefiro menor ou maior. Prefiro o set pra cada ocasião. Fico mais confortável com o kit que o trabalho pede.

8- Preparo acadêmico é importante. Todo conhecimento é importante. Tem gente que é supernatural sem ler uma linha de partitura. Mas vejo sim o estudo acadêmico sendo mais uma forma de somar. Mas não discrimino e nem acho fundamental. Arte sim é fundamental,tocar e fundamental. Menos armas mais baquetas e baterias e pratos nas mãos das pessoas!

Miguel Muniz

1. O Paulinho Sorriso que me indicou baseando se no que toco

2. Pelos timbres (toco muita coisa diferente e um set mesclado responde bem) o som pesado do rage a diversidade do rev e do x 10 e a suavidade do WS

3. Rudimentos

4. Viradas e performance

5. Ser o artista mais novo a subir no palco principal de um festival de grande expressão nacional/internacional no 7° Santos Jazz Festival

6. O meu rage 10 de 18 se tiver de tocar com um crash só é sempre ele

7. Prefiro o grande opto por sets pequenos por causa do tamanho dos lugares e transportes mas eu curto mesmo é set grande

8. Sim, é igual um avião ,só decola com duas asas conheço história de músicos conhecidos que perderam trampos por não saberem ler partitura ,a prática é boa mas a teoria é muito importante(leio e escrevo partitura desde os 6 anos)

Renato Barreto:

1.Como selecionou os pratos para montar esse set?
Selecionei de acordo com a sonoridade que procurava, que mais traduzia meu som e me proporcionava dinâmicas e possibilidades.

2. Quais características sonoras te atraíram para escolhê-los?
Eu adoro a sonoridade da série MS. Eles deixam o som em minhas mãos, conseguindo ser leve ou pesado, de acordo com a necessidade. Têm um médio encorpado, cheio, que deixa a linha bastante marcante.

3. Em seu momento de prática, qual a sua prioridade na hora do estudo?
A função principal do batera é marcar o tempo, guiar a banda e ser o coração da música. Portanto, o batera tem que tocar sempre no tempo, o mais preciso possível. Por isso, prezo muito por desenvolver meu tempo interno e a fluidez em tocar com metrônomos.

4. O que vc mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
Observo tudo, em um geral. E isso se resume a boa execução, tempo preciso, bom gosto e bom senso. O bom músico sabe se portar onde está. Ter a noção do que se deve ou não fazer em cada música é fundamental para soar bem.

5. Em que momento vc se sentiu mais realizado?
Graças a Deus, foram vários, difícil escolher só um. Me lembro bem do nervosismo do meu primeiro workshop. Tocar sozinho, sem uma banda, e para uma plateia de músicos pode ser um pouco assustador! Hahaha! Em 2015 fiz dois shows no Rock in Rio que foram marcantes. O festival fez com que eu começasse a tocar em 2001, e 14 anos depois, estava eu tocando no próprio! Foi de arrepiar! Em 2016 vários shows nas Olimpíadas do Rio também foram únicos, assim como o carnaval de Salvador desse ano, sentindo de perto a energia de uma das maiores festas do planeta! Além disso tudo, momentos que observo a superação e evolução de alunos, ou quando percebo que meu som faz diferença na vida de alguém, fazem que me sinta realizado fazendo o que amo.

6. Qual prato do seu set up vc considera “inseparável”?
Hoje em dia, não me separo do meu stax feito com um Swish MS 18” e um Crash MS 17”. Até em sets menores eu não deixo de usar, abrindo mão até de usar ride pra não deixá-los de fora.

7. Vc prefere tocar com sets ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico? Sinceramente, gosto dos dois. Cada um tem seu lado bacana. Acho importante saber se virar com pouco, ter o suficiente para segurar o groove e explorar a imaginação com o pouco que tem. Mas tocar com um set grande também é bacana e até difícil, porque você precisar tomar cuidado para não se perder ou exagerar, por exemplo.

8. Preparo acadêmico é importante na hora do “play”? Nunca fiz nenhuma faculdade de música ou algo do tipo. Sempre estudei com professores particulares e sozinho. Então, não acho que seja fundamental, mas imagino que deva ajudar. Estudo nunca é demais! Acho imprescindível a leitura de partituras, por exemplo, para auxiliar nos estudos e rudimentos.

Carlos Pial

01. sou um percussionista/baterista gosto de pratos pequenos com sonoridades de ataque e leveza, porque as vezes tiro o som com as mãos.

02. Gosto também de seguir a montagem seguindo sempre as polegadas da menor para a maior,penso neles como melodias.

03. treino quase sempre os toques simples e treino bastante a poliritimia e coordenação motora,pois o meu som me exige muito isso.

04. o bom gosto do toque e a colocação das frases e instrumentos na hora certa exata, curto muito quando o músico coloca o coração no lugar da fritação, quero dizer gosto muito da condução com suingue.

05. na minha carreira musical de composição já com 04 CDs, 01 DVD e 02 DVDs aula me realizo quando estou em meus shows solos e vejo o público sofejando minhas melodias, isso pra um músico chamados de músicos de cozinha e me vendo em primeiro plano com todo respeito aos meus colegas, me realizo.

06. depende, se eu estiver acompanhando um artista meu prato inseparável é o meu condução MS 20″ agora se for no meu trabalho solo além de meus splashs MS ,meu China swish 16″ não abro mão nunca!!!

07. trabalho com vários setups dependendo da guig, mais o que gosto mesmo é de sets grandes como esse da foto, que geralmente tenho assuntos e diversidade sonora, além do que fica lindo e apresentável

Paulinho Sorriso

1.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
Atualmente tenho dado muita atenção para a prática de pedal duplo. Dentro das vertentes que costumo tocar (blues, MPB/Samba) isso não era tão exigido, mas entendo que seja um desafio encaixar umas “pedaladas” nesses estilos.

2. O que vc mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
Eu tenho uma preocupação muito grande com a musicalidade e como ele, ou ela, aplica determinadas técnicas dentro de seu estilo musical, por exemplo: acho muito interessante como o Amílcar Cristófaro “swinga” quando toca aquelas sequencias insanas de notas e arranjos, por outro lado fico impressionado com a forma como Rick Lobisomen utiliza uma pegada quase metaleira pra fazer seu samba.

3. Em que momento vc se sentiu mais realizado??
Tenho a impressão que me realizo a cada apresentação que faço, mas eu acredito que a maior realização foi quando um dos cantores do trio vocal Might Diamons, depois de expressar sem aliviar, o quanto estava preocupado em ter um baterista brasileiro tocando Reggae numa apresentação, voltou atrás depois de me ver tocando com um outro artista e me pediu humildemente pra fazer as músicas dele primeiro.

4. Qual prato do seu set up vc considera “inseparável”??? Tenho um Ride MS de 20″ que já é quase uma tatuagem, já é marca registrada no meu set.

5. Vc prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
Gosto de sets grandes, mas me sinto desafiado mesmo quando tenho que tocar com menos do que eu queria. É um exercício muito bom pra criatividade. Tirar diferentes timbres num mesmo prato é uma “arte”.

6. Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
Claro que sim! Quando tocamos deixamos fluir tudo que foi preparado anteriormente, se vc teve uma boa orientação e acesso a materiais didáticos, discografias entre outras referencias isso fará toda a diferença. Observe o trabalho que o Alfredo Maranha desenvolve, são muitos anos de pesquisa informação e adaptações com respaldo técnicos a mesma coisa me parece nítido em outros tabalhos como o do Lulu Batera que toca diferentes vertentes com muita propriedade e ainda tem o Neto Antunes onde é muito evidente a evolução técnica sempre bem combinada com a naturalidade na hora do “play”. Falei nesses colegas pq foram os primeiros que me vieram à mente nesse momento, mas tenho observado que existe uma constante evolução em praticamente todos os colegas de Orion Cymbals.

Vidaut Campos

1.Como selecionou os pratos para montar este set?
Sempre que vou a São Paulo, tento ir na fábrica rever os amigos e saber das novidades. Nessas visitas, sempre que possível eu testo pratos. Converso e principalmente escuto os conselhos da galera que os fabrica, para assim montar o set que se adequa aos estilos que toco.

2. Quais características sonoras te atraíram para escolhe-los?
Essa combinação de pratos, se adapta perfeitamente ao som pesado. Os pratos tem brilho, pouco volume e o ride com bastante “pin”.

3.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
Minha cabeça pensa em grooves o tempo inteiro. Nos momentos de prática, eu tento externar essas levadas, desenvolvê-las e se possível gravar.
Muitas vezes componho músicas através de um groove de bateria.

4.O que você mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
Tudo, mas o que eu mais gosto se ver, é um músico que transborde energia, presença de palco.

5.Em que momento você se sentiu mais realizado??
Quando me vi pela primeira vez na mtv, foi inesquecível.

6.Qual prato do seu set up vc considera “inseparável”???
O ride Mega Bell. Esse é puro metal.

7. Você prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
Gosto dos 2. Tudo é o momento, o estilo de som.

8. Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
Não posso responder essa, pois nunca estudei com professor.
Eu me dediquei a esse instrumento por amor a música desde cedo. O que eu gostava de tocar, eu sentava na bateria e só saia dalí até conseguir tocar.
Essa foi minha escola.

Alex Curi
1. Como selecionou os pratos para montar este set? Quais características sonoras te atraíram para escolhe-los?
-R: escolhi a linha MS por serem pratos leves e explosivos. O fato de serem mais finos, permite um ataque rápido sem necessidade de força, e é isso o que mais me atrai!
Os Celebrity tem a mesma característica, porem com um timbre mais Dark

2.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
-R: Meu foco é a precisão de tempo (com metrônomo) e musicalidade, procuro decorar a linha dos instrumentos harmônicos para sentir melhor o arranjo.

3.O que você mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
-R: sua disciplina musical em relação à banda

4.Em que momento você se sentiu mais realizado??
-R: Quando cheguei aos 39 anos (hoje) e me vi ainda dedicado a bateria e fazendo parte da família Orion

5.Qual prato do seu set up você considera “inseparável”???
-R: Meu Control Crash 18″ MS

6. Você prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
-R: Desde pequeno toco com sets grandes!

7.Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
-R: Não considero… Musicalidade sempre!

Lulu Batera

1.Como selecionou os pratos para montar este set?
A escolha do meu kit de pratos é bem variada, pois eu toco com vários artistas em situações bem diferente. Hora, barzinho, hora estúdio, hora metal e etc….

2.Quais características sonoras te atraíram para escolhe-los?
O brilho que os pratos tem, a durabilidade e a beleza.

3.Em seu momento de prática, qual sua prioridade na hora do estudo?
Tocar, boto uns play e fico acompanhado com a bateria, fazendo o que dá vontade.

4.O que você mais observa quando vê um colega de instrumento tocando?
Sobre as novas tendências da bateria, sobre produtos e vivências na estrada.

5.Em que momento você se sentiu mais realizado??
Quando eu fui convidado pela primeira vez para gravar em um grande estúdio com músicos conceituados da musicas Pernambucana, e deu tudo certo.

6.Qual prato do seu set up você considera “inseparável”???
Difícil falar um, mas o meu chimbal de 13″ da MS é meu xodó. Mas tem o China Rage Bass, o Ride X10 de 21 e etc…

7. Você prefere tocar com set ups grandes de bateria e pratos ou prefere o básico?
Essa realmente depende do trabalho, mas estou gostando muito de tocar com sets pequenos, acho que faz o batera valorizar o groove.

8.Preparo acadêmico é importante na hora do “play”?
-Sim, sem sombra de duvidas. Eu sou um batera que aprendi com a vida, mas eu sei o quanto isso me dificultou em varias situações. Estudar sempre é importante.

Marcão

1- Usei rage bass durante um bom tempo, já usei estrondo também uma época, mas quando saiu a linha X10, achei meu som.

2- Achei nos X10 o som timbre e volume necessário pro meu estilo HC/METAL. Sem citar a durabilidade que esses pratos tem.

3- Hoje em dia quando paro para praticar alguns exercícios só sem a banda, costumo treinar velocidade nos bumbos e blast beat.

4- Inevitável ir num show e não ficar olhando quase 69% do tempo olhando o batera.
Sempre curto apreciar o trabalho do companheiro e absorver o máximo de conhecimento.

5- Em vários momentos já me senti bem realizado no meu trabalho, tour na Europa em 2004 com o AÇÃO DIRETA show na Alemanha a gente sendo a banda da noite e 800 cabeças na casa, gravação do dvd de 25 anos com o DEAD FISH na áudio club, quase 4000 mil cabeças, e quando um fã para pra trocar ideia e falar q admira o trabalho ou q fui influência e motivo pro cara estar tocando bateria, essas coisas me fazem estar bem realizado com meu trabalho.

6- Meu prato q nunca sai do set é o X10 crash de 20”, inseparável.

7- Não nem q prefiro tocar com set up grande, mas já estou diríamos “viciado” com os arranjos e posições colocadas. Já tentei tocar com sets menores mas não rolou.

8- não sou muito estudado, aprendi quase tudo na raça e nunca fiz aula, acho importante ter essa formação acadêmica mas eu particularmente não tive e me dou bem na hora de executar.

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